O
QUE DEUS UNIU, NÂO SEPARE O HOMEM
Defender os próprios erros e argumentar ou apresentar razões
para justificá-los acontece entre casais desde a época de Adão
e Eva ambos pecaram.
Ao ser questionado se havia comido da arvore que lhe fora dito que não
comesse logo Adão respondeu: “A mulher que tu me deste por esposa,
ela me deu da arvore eu comi”.
Na primeira argumentação em favor próprio, Adão
disse a Deus que a culpa de ele ter cometido algum erro estava na mulher que
ganhara de Deus. Aparentemente Adão sai-se
muito bem, pois desviou atenção de Deus para a mulher. Então
Deus perguntou a Eva: Que é isso que fizeste? “Respondeu: A serpente
me enganou, e eu com”.
A mulher igualmente defendeu-se, colocando toda a culpa na serpente. Portanto,
portanto todos têm essa herança em comum: gostamos de argumentar
razões que nos defendam. Fizeram-se isso até com Deus, que sabe
todas as coisas e de Quem nada conseguimos esconder, que dizer então
sobre o relacionamento conjugal? Assim que somos questionados, gostamos de cobrir
nossos erros e, com argumentos agressivos e convincentes, procuramos apontar
o erro para o cônjuge.
A bíblia mostra que isso é como construir fortalezas
na mente. Quando alguém pesa e procura justificar-se de seus erros, mais
razão achará para argumenta.
Essas fortalezas funcionam como um sistema automático de autodefesa em
nossa mente.
Você já viu um casal discutindo? Por que discutem? Por que ambos
têm razão. Se for perguntar ao marido, ele vai apresentar vários
argumentos. S for perguntar à esposa, ela também ira apresentar
suas razões. Argumentos só produzem mais argumentos. Quanto mais
argumentam e discutem, mais altas, impenetráveis e resistentes ficam
as fortalezas.
Paulo disse: Para destruir essas fortalezas não adianta usarmos armas
carnais, isto é, razões e argumentos. Nessa guerra nossas armas
devem se: unir-nos a Deus, aplicar a cruz a nós mesmos e nos humilhemos.
Quanto mais reclamamos, mais fechados nos tenham e menos da presença
de Deus nos temos. Que fazer então? Ganhar mais de cristo por meio da
oração, invocar o nome do Senhor, ler a Palavra com oração,
pois Ele “quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado,
não fazia ameaças, mas entregava-se aquele que julga retamente”.
Foto do Casal
Mara Veja (Pedagoga)